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STJ AFASTA WILSON WITZEL DO CARGO DE GOVERNADOR DO RJ

STJ AFASTA WILSON WITZEL DO CARGO DE GOVERNADOR DO RJ

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) do Rio de Janeiro determinou nesta sexta-feira, 28, o afastamento imediato do governador Wilson Witzel (PSC) do cargo, devido a suspeitas de fraude em compras na área da saúde durante a pandemia do coronavírus. A decisão do ministro Benedito Gonçalves tem validade inicial de seis meses. Witzel também foi denunciado pela (Procuradoria-geral da República (PGR). 

O Ministério Público Federal  chegou a pedir a prisão de Witzel, mas o ministro Benedito Gonçalves entendeu ser suficiente o seu afastamento do cargo para encerrar as supostas atividades de corrupção e lavagem de dinheiro. Witzel poderá permanecer no Palácio da Guanabara, residência oficial do governo,  e ter contato com o pessoal e serviços imediatamente a ela correspondentes. 

Porém, o governador afastado fica impedido de acessar as dependências do governo do estado e a sua comunicação com funcionários e utilização dos serviços. Witzel ainda deixa de ter poder para liberação de recursos e contratações em tese fraudulentas. A chefia do Poder Executivo do Rio de Janeiro será assumida pelo vice-governador Cláudio Castro.

PF cumpre 16 mandados de prisão e 82 de busca e apreensão

Ao todo, a Polícia Federal cumpriu16 mandados de prisão, sendo seis preventivas e 10 temporárias, e 82 de busca e apreensão no âmbito da operação que foi batizada de “Tris in Idem” e é desdobramento da Operação Placebo, que investiga corrupção em contratos públicos do Executivo fluminense. O presidente nacional do PSC, Pastor Everaldo, foi preso após o mandado do STJ. Ele era esperado pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para prestar depoimento à Comissão Especial que apura tais irregularidades. 

A primeira-dama Helena Witze também sofreu mandados de busca e apreensão. Segundo o STJ, o escritório de Helena recebeu honorários advocatícios da empresa  Rioslab. Registros da Receita Federal mostram que a firma formalmente pertence a Alessandro Duarte, apontado como operador financeiro do empresário Mário Peixoto, e a Juan Neves, citado pelo MPF como contador do esquema criminoso. 

Fonte: Uol

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